1995 foi o ano das comemorações da assinatura do Tratado de Amizade, Comércio e Navegação entre o Brasil e o Japão. A Rainforest Foundation Japan com o apoio do Ministério das Relações Exteriores Gaimu-Shou, Ministério do Meio Ambiente Kankyô-Shou, Departamento Cultural do Ministério das Relações Exteriores Itamarati em parceria com a Ameríndia Produção e Difusão de Cultura Indígena, sua representante no Brasil, realizaram no Pettit Museé, em Tóquio, a Primeira Mostra Multimídia de Cultura Indígena Brasileira - Message From Amazon, dentro do calendário oficial das comemorações, com uma visitação pública de mais de oito mil pessoas. Diante do sucesso do evento, foram realizadas no Brasil diversas versões da mostra no Museu da Imagem e do Som de São Paulo – MIS, Casa da Fotografia Fuji, SESC Vila Mariana e o Museu Histórico de Santa Catarina.
Em Maio de 2006 foi realizado em Hiroshima no Nishikumin Center uma pequena mostra pré-lançamento do evento que aconteceu em 2007. No dia 3 de Junho de 2006 foi realizada em Brasília uma coletiva de imprensa para o lançamento oficial do evento no Brasil, que conta com o apoio da Embaixada do Brasil no Japão.
Antecipando-se ao calendário des comemorações do Centenário da Migração Japonesa para o Brasil, a Rainforest Foundation Japan realizou em Maio de 2007 a Segunda Mostra Multimídia de Cultura Indígena Brasileira - Message From Amazon, no Centro Cultural da Áster Plaza, em Hiroshima e no período de Julho a Setembro de 2007 no Taro Okamoto Museum of Art, em Tóquio.
Diante do sucesso destes eventos e do grande fluxo de público, a Rainforest Foundation Japan traz para o Brasil em 2008 a Segunda Mostra Multimídia de Cultura Indígena Brasileira - Message From Amazon.
No Brasil a mostra será exibida nas cidades de São Paulo na Oca do Parque do Ibirapuera ou no Instituto Tomie Ohtake, Rio de Janeiro no museu de Arte Contemporânea, Belo Horizonte no MAP - Museu de Arte da Pampulha e em Brasilia no MPI - Memorial dos Povos Indígenas.
A concepção da exposição Samurais de Amazônia fundiu um acervo da milenar arte indígena brasileira com obras e textos que expressam o pensamento de Taro Okamoto, o mais conceituado artista plástico moderno pós guerra, linkados com gigantografias do renomado fotógrafo Eduardo Albarello. No Brasil será executada a mesma concepção realizada no Japão por Kenko Minami, com reproduções e projeções da obras da artista plástica Tomie Ohtake, numa homenagem merecida a nossa mais ilustre imigrante.
Ciclorama - com projeções de imagens e sons captados por filmadores indígenas e mostra de filmes do início do século passado dos primeiros contatos com índios da Amazônia.
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